domingo, 26 de janeiro de 2014

Como rastrear aviões em tempo real.



O mundo segundo a MONSANTO.



PARIS, 11 Mar 2008 (AFP) -  O documentário "O Mundo segundo a Monsanto", exibido na TV franco-alemã Arte, traça a história da principal fabricante de organismos geneticamente modificados (OGM), cujos grãos de soja, milho e algodão se proliferam pelo mundo, apesar dos alertas de ambientalistas.

A diretora, a francesa Marie-Monique Robin, baseou seu filme - e um livro de mesmo título - na empresa com sede em Saint-Louis (Missouri, EUA), que, em mais de um século de existência, foi fabricante do PCB (piraleno), o agente laranja usado como herbicida na guerra do Vietnã, e de hormônios de aumento da produção de leite proibidos na Europa.

O documentário destaca os perigos do crescimento exponencial das plantações de transgênicos, que, em 2007, cobriam 100 milhões de hectares, com propriedades genéticas patenteadas em 90% pela Monsanto.

A pesquisa durou três anos e a levou aos Estados Unidos e a países como Brasil, Índia, Paraguai e México, comparando as virtudes proclamadas dos OGM com a realidade de camponeses mergulhados pelas dívidas com a multinacional, de moradores das imediações das plantações pessoas que sofrem com problemas de saúde ou de variedades originais de grãos ameaçadas pelas espécies transgênicas.

Robin relatou em entrevistas divulgadas pela produção do filme que tentou em vão obter respostas da Monsanto para todas essas interrogações, mas que a companhia decidiu "não avaliar" seu documentário.

Um capítulo do livro, intitulado "Paraguai, Brasil, Argentina: a República Unida da Soja", relata o ingresso desse cultivo nesses países, que estão hoje entre os maiores produtores do mundo, por meio de uma política de fatos consumados que obrigou as autoridades do Brasil e do Paraguai a legalizar centenas de hectares plantados com grãos contrabandeados.

A legalização beneficiou obviamente a Monsanto, que pôde cobrar assim os royalties por seu produto.

Marie-Monique Robin é uma famosa jornalista independente, que, em 2004, gravou um documentário sobre a Operação Condor chamado "Esquadrões da Morte: A Escola Francesa"- para o qual entrevistou vários dos maiores repressores das ditaduras militares dos anos 70.


Matéria da AFP, no UOL Notícias.

quinta-feira, 16 de janeiro de 2014

Boeing decola de pista de pequeno aeroporto depois de confusão de piloto.

Um piloto da empresa Ethiopian Airlines fez uma confusão ao entender errado as instruções de comanda da torre e pousou um Boeing 767 em um aeroporto destinado apenas a aviões monomotores.

200 passageiros estavam a bordo da aeronave que tinha como destino a cidade de Kilimanjaro. Em vez disso, eles desceram em Arusha, a 50 km de distância, numa pista que trafega apenas pequenos aviões. Os passageiros precisaram esperar mais de 3 horas dentro do Boeing até a companha conseguir uma escada adequada para o desembarque.

Em seguida, ciente do equívoco, a empresa decidiu retirar a aeronave o mais rápido possível do minúsculo aeroporto, antes que chamasse a atenção da imprensa.


No vídeo abaixo, podemos ver como o piloto operou a decolagem em uma pista tão curta, acelerando o Boeing ao máximo antes de soltar o freio de mão!




As celebridades que têm hábitos de higiene incomuns.

O efeito de uma boa ação.

E hipócrita quem diz que odeia o BBB?

Como se proteger de raios em uma tempestade.