segunda-feira, 25 de outubro de 2010

Cientistas propõem viagem sem volta a Marte


Quando Barack Obama tomou posse, ele afirmou que era preciso rever os projetos de voos tripulados da NASA.

Embora tenha dito que poderia ser possível enviar o homem a Marte até 2030, o efeito mais imediato da nova política espacial da NASA foi o cancelamento do projeto de retorno à Lua.

Com um mero passeio lunar cada vez mais distante, e com as decepcionantes dificuldades que a própria NASA demonstrou na execução do projeto Constelação, que nada mais era do que um atualização da histórica Apolo, ir a Marte ou a qualquer outro planeta parece um sonho cada vez mais distante.

Mas talvez haja uma alternativa, uma missão que seja mais simples e mais barata e que viabilize a chegada do homem a Marte.

Para isso, basta que seja uma viagem sem volta, ou seja, uma viagem para astronautas que aceitem o desafio de ir para Marte sem qualquer plano de voltar à Terra.

Esta é a proposta de Dirk Schulze-Makuch, da Universidade do Estado de Washington, e do renomado Paul Davies, da Universidade do Estado da Flórida, ambas nos Estados Unidos.

Eles acabam de delinear como seria uma missão sem volta a Marte em um artigo publicado na revista científica Journal of Cosmology, chamado To Boldly Go: A One-Way Human Mission to Mars - Para Audaciosamente ir: Uma Missão Humana sem Retorno a Marte, em tradução livre. O "audaciosamente indo aonde nenhum homem jamais foi antes" é a marca registrada do seriado Jornada nas Estrelas.

Os dois físicos consideram que, embora tecnicamente factível, uma missão tripulada de ida e volta a Marte é improvável num horizonte de tempo razoável - principalmente, segundo eles, porque seria um projeto incrivelmente caro, tanto em termos financeiros quanto em sustentação política.

E, como a maior parte do gasto está ligado à necessidade de trazer os astronautas de volta em segurança, uma missão só de ida poderia não apenas reduzir os custos a uma fração do projeto inicial, como também marcar o início da colonização humana de longo prazo do planeta.

Marte é o alvo mais promissor para uma colonização humana porque ele é muito similar à Terra: possui uma gravidade moderada, uma atmosfera, "água abundante", dióxido de carbono e uma infinidade de outros minerais essenciais.

É o segundo planeta mais próximo da Terra, depois de Vênus, e uma viagem a Marte levaria apenas seis meses, usando a opção de lançamento mais favorável e a atual tecnologia dos foguetes químicos.

"Uma estratégia seria enviar inicialmente quatro astronautas, dois em cada uma de duas espaçonaves, ambas com módulo de pouso e com suprimentos suficientes, para estabelecer um único posto avançado em Marte. Uma missão só de ida a Marte seria o primeiro passo para o estabelecimento de uma presença humana permanente no planeta," explicou Schulze-Makuch.

Embora afirmem que seria essencial que os astronautas fossem voluntários, Schulze-Makuch e Davies ressaltam que não estão propondo que os pioneiros espaciais sejam simplesmente abandonados à própria sorte em Marte - eles propõem uma série contínua de missões, suficientes para dar suporte à colonização de longo prazo.

"Teria de fato muito pouca diferença dos primeiros pioneiros brancos que foram para o continente norte-americano, que deixaram a Europa com poucas expectativas de retorno," diz Davies.

"Exploradores como Colombo, Frobisher, Scott e Amundsen, embora não embarcassem em suas viagens com a intenção de se fixar em seus destinos, de qualquer forma assumiam riscos pessoais gigantescos para explorar novas terras, sabendo que havia uma probabilidade significativa de que poderiam morrer na tentativa."

Embora proponham que os colonos espaciais comecem logo a cultivar e explorar os recursos do próprio planeta, os cientistas afirmam que eles poderiam receber periodicamente suprimentos enviados da Terra.

E eles vão audaciosamente ainda mais longe: o posto avançado poderia se tornar autossuficiente e se tornar uma base para um programa de colonização espacial ainda maior, de onde os "terráqueos marcianos", ou mesmo terráqueos de nascença, poderiam partir para ir mais longe.

Os cientistas afirmam que o primeiro passo para a missão sem volta seria a seleção de um local adequado para a colônia, que preferencialmente tenha uma caverna ou outro relevo que sirva de abrigo, assim como recursos nas proximidades, como água, minerais e nutrientes para agricultura.

Marte não tem uma camada de ozônio e nem uma magnetosfera que proteja contra a ionização e os raios ultravioleta. Por isso, uma caverna seria muito importante. As cavernas marcianas também poderiam conter depósitos de gelo em seu interior, embora isso ainda não tenha sido comprovado.

O artigo sugere que, além de oferecer um "bote salva-vidas" no caso de uma mega-catástrofe na Terra, uma colônia em Marte seria uma plataforma inigualável para pesquisas científicas. Os astrobiólogos acreditam que é grande a probabilidade de que Marte tem ou já teve vida microbiana, e que seria uma oportunidade imperdível estudar uma forma de vida alienígena e um segundo registro evolucionário.

Embora acreditem que a estratégia para colonizar Marte com missões sem retorno coloque o projeto, financeira e tecnologicamente, ao alcance das possibilidades atuais, Schulze-Makuch e Davies afirmam que a ideia precisará não apenas de um grande esforço de cooperação internacional, mas também exigirá o retorno o espírito explorador e do ethos de assumir riscos do período das grandes explorações na Terra.

Segundo eles, ao levantar a ideia entre seus colegas cientistas, vários deles manifestaram a intenção de se inscreverem como voluntários para tal missão.

O próprio Schulze-Makuch afirma que seria o primeiro voluntário a se inscrever no projeto - mesmo reconhecendo o fato de que, quando tal missão estivesse pronta para partir, ele certamente não teria mais idade para embarcar.

"Pesquisas informais feitas após palestras e conferências sobre a nossa proposta mostraram repetidamente que muitas pessoas gostariam de se voluntariar para uma missão sem retorno, tanto por razões de curiosidade científica, quanto por um espírito de aventura e de cumprir o destino da humanidade," afirmam eles.

Fonte deste texto: Inovação Tecnológica

Vírus é apontado como causa de acidente aéreo


No dia 20 de agosto de 2008, o voo 5022 da Spanair tinha como destino final as ilhas de Gran Canaria. Mas, ao decolar no aeroporto de Barajas, em Madri, ele teve problemas. Resultado: 154 mortos, entre eles um brasileiro, e 18 feridos.

Dois anos depois, o jornal "El País" levantou a hipótese de que a causa do acidente tenha sido um vírus em um computador de manutenção – mesmo com o relatório final ainda não concluído.

Nem se discute se houve ataque terrorista. O que chama atenção nisso é a possibilidade da ação de um malware contra um avião. ¦Segundo especialistas em aviação e empresas de segurança ouvidos pela Folha, em teoria isso pode acontecer. Porém os rigorosos processos aos quais os programas usados na aviação são submetidos tornam quase impossíveis as chances de um desastre por pragas virtuais.

Joacy Freitas, especialista em segurança de software de aviões, diz que não vê como os computadores a bordo poderiam ser contaminados, especialmente em voo.

Ele explica que aviões não recebem dados externos quando estão no ar (apenas enviam), não usam sistemas operacionais convencionais e não possuem portas de conexão (como entradas USB).

Além disso, os programas usados em uma aeronave são divididos em cinco grupos com diferentes níveis de importância que não se comunicam entre si. É impossível, por exemplo, uma rede Wi-Fi para passageiros abrir o avião para pragas.

Freitas diz que se alguém em terra pudesse tentar infectar o avião, o programa a bordo detectaria as alterações e ele nem decolaria.

Entre os computadores que tratam de aviões, os que correm maior risco são os de manutenção, dizem os especialistas.

Mas, por si só, dificilmente um deles derrubaria um avião, que tem seus dados analisados por dois sistemas diferentes e independentes.

"Para acontecer alguma coisa, teria que ter pane em dois sistemas", diz o comandante Ronaldo Jenkins de Lemos, coordenador da comissão de segurança de voo do Sindicato Nacional das Empresas Aeroviárias.

Nem Nostradamus acertaria essa!

Enéas foi o candidato mais votado em 2002, morreu!

Clodovil foi o candidato mais votado em 2006, morreu!
  
Abração Tiririca!

Fonte deste texto: email que circula na internet.

domingo, 24 de outubro de 2010

Porta papel higiênico que carrega iPod



Custa US$29,99 na Amazon. Não sei como sobrevivi até hoje sem isso.

Americano inova e pede para Obama dar autógrafo em iPad




Usando o aplicativo Adobe Ideas, que funciona como uma espécie de caderno digital, o norte-americano Sylvester Cann inovou e pediu para o presidente dos EUA, Barack Obama, dar um autógrafo em seu iPad, durante um comício na quinta-feira (21) da candidata ao senado Patty Murray em Seattle, no estado de Washington.

Apesar de surpreso com o pedido, Obama assinou. Assista ao vídeo.

Fonte deste texto: G1
Origem das imagens acima: Susan Walsh, AP

sábado, 23 de outubro de 2010

Cachorro surdo aprende linguagem de sinais e ganha prêmio de obediência



Vicky Tate, uma britânica de 65 anos que vive em Essex, na Inglaterra, criou sua própria linguagem de sinais para se comunicar com Zippy, seu cachorro de estimação. O curioso é que, apesar de ser totalmente surdo, o animal acaba de ganhar o mais importante prêmio de obediência concedido pela Kennel Club, uma reconhecida entidade de defesa dos animais.

“Foi a primeira vez que a Kennel Club concedeu o prêmio a um cachorro com problemas de audição e todos ficaram surpresos quando ele venceu”, afirmou Vicky ao jornal Daily Mail. A britânica passou a criar Zippy quando ele tinha 7 semanas (hoje, ele tem dois anos) e logo descobriu que havia algo de errado com ele. “Ele não respondia quando o chamavam”, contou. Um teste num hospital veterinário confirmou a surdez.

Além dos movimentos de mãos e pernas para se comunicar com o animal, a senhora Vicky colocou em Zippy um colar vibratório especial, que ela pode acionar para atrair a atenção e dar algum tipo de instrução ao cão. “Também falo com ele o tempo todo, porque apesar de não poder ouvir, ele pode entender minhas expressões faciais”, diz a mulher. “Antigamente, era comum sacrificar animais que fossem surdos, mas eles podem ter uma vida satisfatória. Zippy é meu grande amigo”, completa.

“O prêmio dado a Zippy mostra que um bom treinamento está acessível a todos os cachorros”, afirma Heidi Lawrence, educadora do Kennel Club.

Fonte deste texto: Planeta Bicho

Maior abóbora do mundo será exibida em Nova York




A maior abóbora do mundo, que pesa 821,2 quilos, ficará em exposição em Nova York (EUA) até o dia 31 de outubro. Cultivado pelo americano Chris Stevens, que mora em New Richmond, no estado do Wisconsin (EUA), o vegetal precisou ser carregado por um trator.

Fonte deste texto: G1
Fotos: Seth Wenig, AP

Bicicleta dobrável que pode servir de mala


Unindo o útil ao agradável, a Carrier Bike, projeto do designer  sul-coreano Shin Hyung Sub Shin, visa atender a quatro principios básicos: estilo, portabilidade, design bem acabado e tamanho compacto.

Em forma de mala, as rodas ficam dobradas para dentro, encostadas no compartimento do meio, no qual o usuário pode guardar seus pertences, e o guidão funciona como alça.

Quando desdobrada, a bicicleta também possui um pequeno motor elétrico, que é carregado conforme o usuário pedala.

Fonte deste texto: Olhar digital

Russo cria computador caseiro com 70 terabytes de espaço para armazenamento



Um russo criou seu próprio Frankenstein digital juntando 60 HDs com um total de 70 terabytes de espaço.

Para resfriar a criação, montada dentro de um gabinete de madeira, o russo usou um total de 40 pequenos ventiladores.

Fonte deste texto: Olhar Digital